A minha mãe apanhou uma valente gripe pelo que tiveram de voltar mais cedo do Alentejo.
Eu claro, adorei (pelo regresso dele, claro, e não pela gripe da minha mãezinha), o reencontro. Abraçou-me muito, olhou para a minha barriga e disse:
- Tá gande!
:D
segunda-feira, agosto 07, 2006
domingo, agosto 06, 2006
Uma questão de nome
Não me baseei nos significados para a sua escolha, mas fiquei curiosa e fui ver. Gostei.
Miguel
Hebraico: "aquele parecido com Deus". Miguel tem uma grande capacidade de trabalho e uma grande perseverança para atingir os seus objectivos. É muito racional e gosta de experimentar para saber mais sobre as coisas. Na vida afectiva é muito apaixonado mas a companheira tem que saber inovar senão ele cansa-se.
Este nome foi bem aceite por toda a família. Na altura a avó paterna ficou desiludida pois queria que o neto tivesse o nome do avô - João - falecido no mesmo ano em que eu engravidei do Miguel. Eu gostava de Miguel e o Miguel já tinha este nome muito antes de eu engravidar, muito antes de eu saber que era um menino e não me apeteceu trocar, por isso fiz a vontade á avó de outra forma, coloquei João como 2º nome. Miguel João, assim se chama o meu pequeno.
Camila
Significa mensageira e associa-se a uma jovem e linda criada que servia os participantes da cerimónias pagãs. Indica uma pessoa que é competente porque executa as suas tarefas com amor. Com grande senso de observação e justiça, sabe sempre ver os dois lados da situação.
Este nome ao contrário de Miguel foi muito mal aceite por alguns familiares. Exceptuando algumas tias, mais ninguém gostou. A avó odiou, queria que a neta tivesse o nome dela - Luísa. Ora bem, não vamos exagerar... Está mais que decidido que eu não vou pôr Luísa à minha filha. Camila Luísa está completamente fora de questão! A avó ficou furiosa. É que eu não foi triste, foi furiosa mesmo. E porque isto e porque aquilo, e porque gostava. Achei por bem, não me importei nada, de colocar João como segundo nome ao Miguel, em homenagem ao seu avô, tudo bem. Agora que eu tenha de pôr o nome da avó à minha filha, já é outra história. Por várias razões.
E, agora tem sido uma constante insistência, e porque Camila é feio, e que ao menos ponham outro nome, e blá blá blá.
Já me fartei, já me cansei, já estive quase a explodir. Ultimamente não ligo minimamente. A minha filha vai chamar-se Camila, e ponto final.
Miguel
Hebraico: "aquele parecido com Deus". Miguel tem uma grande capacidade de trabalho e uma grande perseverança para atingir os seus objectivos. É muito racional e gosta de experimentar para saber mais sobre as coisas. Na vida afectiva é muito apaixonado mas a companheira tem que saber inovar senão ele cansa-se.
Este nome foi bem aceite por toda a família. Na altura a avó paterna ficou desiludida pois queria que o neto tivesse o nome do avô - João - falecido no mesmo ano em que eu engravidei do Miguel. Eu gostava de Miguel e o Miguel já tinha este nome muito antes de eu engravidar, muito antes de eu saber que era um menino e não me apeteceu trocar, por isso fiz a vontade á avó de outra forma, coloquei João como 2º nome. Miguel João, assim se chama o meu pequeno.
Camila
Significa mensageira e associa-se a uma jovem e linda criada que servia os participantes da cerimónias pagãs. Indica uma pessoa que é competente porque executa as suas tarefas com amor. Com grande senso de observação e justiça, sabe sempre ver os dois lados da situação.
Este nome ao contrário de Miguel foi muito mal aceite por alguns familiares. Exceptuando algumas tias, mais ninguém gostou. A avó odiou, queria que a neta tivesse o nome dela - Luísa. Ora bem, não vamos exagerar... Está mais que decidido que eu não vou pôr Luísa à minha filha. Camila Luísa está completamente fora de questão! A avó ficou furiosa. É que eu não foi triste, foi furiosa mesmo. E porque isto e porque aquilo, e porque gostava. Achei por bem, não me importei nada, de colocar João como segundo nome ao Miguel, em homenagem ao seu avô, tudo bem. Agora que eu tenha de pôr o nome da avó à minha filha, já é outra história. Por várias razões.
E, agora tem sido uma constante insistência, e porque Camila é feio, e que ao menos ponham outro nome, e blá blá blá.
Já me fartei, já me cansei, já estive quase a explodir. Ultimamente não ligo minimamente. A minha filha vai chamar-se Camila, e ponto final.
sábado, agosto 05, 2006
O meu pequeno grande bebé
Acabou o primeiro ano de escolinha do M. Quando entrou para a creche, tinha 2 anos e meio. É agora finalista da creche, vai entrar para a pré! Parece impossível.
O meu bebé de cabelos doirados, é cada vez menos bebé, é cada vez mais menino.
Parece que foi ontem. Pequenino, quase careca, dois quilos e meio de gente.
Gosto dos Verões... desde há 3 anos para cá que os Verões me cheiram sempre a maternidade. O M. nasceu em Abril e os primeiros meses de descobrimentos, apanharam o Verão. Esta época, este calor, trazem-me sempre o cheiro, a emoção, a nostalgia, a memória, da maternidade na minha vida. De quando fui mãe. De quando comecei a aprender.
Sempre me imaginei mãe de uma menina. Quando engravidei pela primeira vez - sem querer - pressenti logo, que seria uma menina.
Confirmou-se tempos mais tarde. Depois, o aborto às 17 semanas. Perdi o bebé que tinha na barriga, perdi a minha menina, perdi a Ritinha.
A vontade tornou-se maior, engravidei de novo 2 meses depois. Naturalmente, queria uma menina. Mas desde o ínicio que pressentia o contrário - um rapaz.
Quando soube, não me surpreendi, não fiquei triste, nem desiludida, fiquei imensamente feliz!
Hoje percebo que o M. tinha mesmo de ser meu filho. Adoro ser mãe de um menino, ele é muito mais ligado a mim do que ao pai. É o tal Complexo de Édipo
Eu confesso que me custa imenso aceitar que ele é um menino e não um bebé. Custa-me. Sou mãe-galinha e sinto-o cada vez mais a sair debaixo das minhas asas - há 3 dias que foi para o Alentejo com os Avós.
Há 3 dias que não durmo direito. Que lhes ligo 4 a 5 vezes por dia. Que choro de saudades. Que contos os dias para o regresso.
Mas é assim, ele cresceu, ele torna-se independente a cada dia que passa e isso é bom!
Vai, meu querido. O mundo é todo teu!
O meu bebé de cabelos doirados, é cada vez menos bebé, é cada vez mais menino.
Parece que foi ontem. Pequenino, quase careca, dois quilos e meio de gente.
Gosto dos Verões... desde há 3 anos para cá que os Verões me cheiram sempre a maternidade. O M. nasceu em Abril e os primeiros meses de descobrimentos, apanharam o Verão. Esta época, este calor, trazem-me sempre o cheiro, a emoção, a nostalgia, a memória, da maternidade na minha vida. De quando fui mãe. De quando comecei a aprender.
Sempre me imaginei mãe de uma menina. Quando engravidei pela primeira vez - sem querer - pressenti logo, que seria uma menina.
Confirmou-se tempos mais tarde. Depois, o aborto às 17 semanas. Perdi o bebé que tinha na barriga, perdi a minha menina, perdi a Ritinha.
A vontade tornou-se maior, engravidei de novo 2 meses depois. Naturalmente, queria uma menina. Mas desde o ínicio que pressentia o contrário - um rapaz.
Quando soube, não me surpreendi, não fiquei triste, nem desiludida, fiquei imensamente feliz!
Hoje percebo que o M. tinha mesmo de ser meu filho. Adoro ser mãe de um menino, ele é muito mais ligado a mim do que ao pai. É o tal Complexo de Édipo
Eu confesso que me custa imenso aceitar que ele é um menino e não um bebé. Custa-me. Sou mãe-galinha e sinto-o cada vez mais a sair debaixo das minhas asas - há 3 dias que foi para o Alentejo com os Avós.
Há 3 dias que não durmo direito. Que lhes ligo 4 a 5 vezes por dia. Que choro de saudades. Que contos os dias para o regresso.
Mas é assim, ele cresceu, ele torna-se independente a cada dia que passa e isso é bom!
Vai, meu querido. O mundo é todo teu!
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