E juraria, que hoje vi uma a esvoaçar por cima de mim. Seria?
Estes dias de quase primavera deixam-me nostálgica. Há quatro anos atrás, quando chegaram as andorinhas, sabia que com elas chegaria também algo de especial para mim, a maternidade. E qual cegonha qual quê!
Achei que o amor iria nascer em Março, devido às tantas complicações durante a gravidez, mas aguentou-se tanto, que nasceu em Abril, a 17 de Abril, quem diria. Ainda assim, magro, tão pequeno. 2700 gramas e 47 centimetros de um serzinho desabrochado...de mim. Céus, como foi bom, como é bom!
Só agora, me mentalizo, ainda que me contrariando, que não é mais um bebé. Só agora. Porque já não posso, de modo algum, dizer o contrário. Ele próprio, faz questão de me lembrar, todos os dias, que "não sou bebé, mãe!". Cresceu, muito, com a vinda da irmã. Tanto. É um menino. Não é mais um bebé.
O tempo corre, frenéticamente, e tal como é bom vê-lo crescer com ele, é doloroso vê-lo "fugir" de mim.
Mas ainda bem!
Estes dias de quase primavera deixam-me nostálgica. Há quatro anos atrás, quando chegaram as andorinhas, sabia que com elas chegaria também algo de especial para mim, a maternidade. E qual cegonha qual quê!
Achei que o amor iria nascer em Março, devido às tantas complicações durante a gravidez, mas aguentou-se tanto, que nasceu em Abril, a 17 de Abril, quem diria. Ainda assim, magro, tão pequeno. 2700 gramas e 47 centimetros de um serzinho desabrochado...de mim. Céus, como foi bom, como é bom!
Só agora, me mentalizo, ainda que me contrariando, que não é mais um bebé. Só agora. Porque já não posso, de modo algum, dizer o contrário. Ele próprio, faz questão de me lembrar, todos os dias, que "não sou bebé, mãe!". Cresceu, muito, com a vinda da irmã. Tanto. É um menino. Não é mais um bebé.
O tempo corre, frenéticamente, e tal como é bom vê-lo crescer com ele, é doloroso vê-lo "fugir" de mim.

Mas ainda bem!
