Acabou o primeiro ano de escolinha do M. Quando entrou para a creche, tinha 2 anos e meio. É agora finalista da creche, vai entrar para a pré! Parece impossível.
O meu bebé de cabelos doirados, é cada vez menos bebé, é cada vez mais menino.
Parece que foi ontem. Pequenino, quase careca, dois quilos e meio de gente.
Gosto dos Verões... desde há 3 anos para cá que os Verões me cheiram sempre a maternidade. O M. nasceu em Abril e os primeiros meses de descobrimentos, apanharam o Verão. Esta época, este calor, trazem-me sempre o cheiro, a emoção, a nostalgia, a memória, da maternidade na minha vida. De quando fui mãe. De quando comecei a aprender.
Sempre me imaginei mãe de uma menina. Quando engravidei pela primeira vez - sem querer - pressenti logo, que seria uma menina.
Confirmou-se tempos mais tarde. Depois, o aborto às 17 semanas. Perdi o bebé que tinha na barriga, perdi a minha menina, perdi a Ritinha.
A vontade tornou-se maior, engravidei de novo 2 meses depois. Naturalmente, queria uma menina. Mas desde o ínicio que pressentia o contrário - um rapaz.
Quando soube, não me surpreendi, não fiquei triste, nem desiludida, fiquei imensamente feliz!
Hoje percebo que o M. tinha mesmo de ser meu filho. Adoro ser mãe de um menino, ele é muito mais ligado a mim do que ao pai. É o tal Complexo de Édipo
Eu confesso que me custa imenso aceitar que ele é um menino e não um bebé. Custa-me. Sou mãe-galinha e sinto-o cada vez mais a sair debaixo das minhas asas - há 3 dias que foi para o Alentejo com os Avós.
Há 3 dias que não durmo direito. Que lhes ligo 4 a 5 vezes por dia. Que choro de saudades. Que contos os dias para o regresso.
Mas é assim, ele cresceu, ele torna-se independente a cada dia que passa e isso é bom!
Vai, meu querido. O mundo é todo teu!
O meu bebé de cabelos doirados, é cada vez menos bebé, é cada vez mais menino.
Parece que foi ontem. Pequenino, quase careca, dois quilos e meio de gente.
Gosto dos Verões... desde há 3 anos para cá que os Verões me cheiram sempre a maternidade. O M. nasceu em Abril e os primeiros meses de descobrimentos, apanharam o Verão. Esta época, este calor, trazem-me sempre o cheiro, a emoção, a nostalgia, a memória, da maternidade na minha vida. De quando fui mãe. De quando comecei a aprender.
Sempre me imaginei mãe de uma menina. Quando engravidei pela primeira vez - sem querer - pressenti logo, que seria uma menina.
Confirmou-se tempos mais tarde. Depois, o aborto às 17 semanas. Perdi o bebé que tinha na barriga, perdi a minha menina, perdi a Ritinha.
A vontade tornou-se maior, engravidei de novo 2 meses depois. Naturalmente, queria uma menina. Mas desde o ínicio que pressentia o contrário - um rapaz.
Quando soube, não me surpreendi, não fiquei triste, nem desiludida, fiquei imensamente feliz!
Hoje percebo que o M. tinha mesmo de ser meu filho. Adoro ser mãe de um menino, ele é muito mais ligado a mim do que ao pai. É o tal Complexo de Édipo
Eu confesso que me custa imenso aceitar que ele é um menino e não um bebé. Custa-me. Sou mãe-galinha e sinto-o cada vez mais a sair debaixo das minhas asas - há 3 dias que foi para o Alentejo com os Avós.
Há 3 dias que não durmo direito. Que lhes ligo 4 a 5 vezes por dia. Que choro de saudades. Que contos os dias para o regresso.
Mas é assim, ele cresceu, ele torna-se independente a cada dia que passa e isso é bom!
Vai, meu querido. O mundo é todo teu!

1 comentário:
É tão lindo o que escreves.
Um beijo grande.
Sonia "Risquinhas" & Pirralhito (13semanas)
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